Wednesday, October 20, 2021
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Crítica de ‘Yakuza Princess’: Sluggish Pacing Hampers Blood-Spurting Katana Action

Princesa yakuza vai para a jugular com ação visceral de corte de katana, mas infelizmente fica atolado por um ritmo lento. Adaptado da história em quadrinhos “Samurai Shiro” do quadrinista brasileiro Danilo Beyruth, o filme tem uma cinematografia marcante e personagens intrigantes. É um mergulho profundo no crime organizado japonês, na cultura samurai e nas táticas de luta com espadas. Os problemas surgem quando o mistério que move a narrativa continua. A tensão estabelecida diminui continuamente com calmarias melodramáticas. Um final brutal desvia Princesa yakuza de volta aos trilhos para uma recomendação.

Em 1999 em Osaka, Japão, uma reunião familiar se transforma em um massacre sangrento. Vinte e um anos depois, em São Paulo, distrito japonês do Brasil, Akemi (MASUMI) luta contra o assassinato aleatório de seu amado avô. Ela segue seus desejos e continua a praticar Kendo com seu mestre quase vitalício (Toshiji Takeshima). Enquanto isso, dois eventos aparentemente separados têm grandes repercussões. Takeshi (Tsuyoshi Ihara), um feroz tenente da Yakuza (kanbu), descobre um segredo guardado há muito tempo. Em um hospital próximo, um gaijin (Jonathan Rhys Meyers) acorda com severas lacerações faciais e amnésia.

Takeshi corre de volta ao Japão para revelar o que aprendeu ao chefe da família (oyabun). No hospital, a polícia brasileira mostra ao gaijin uma elaborada katana com a qual ele foi encontrado. Isso desencadeia uma memória fugaz. Akemi comemora seu aniversário triste com um karaokê bêbado. Naquela noite, dois homens muito diferentes e letais irão moldar seu destino. Akemi deve enfrentar um legado sombrio que foi propositalmente escondido dela.

Princesa yakuza parece incrível. Diretor / co-roteirista Vicente Amorim (A divisão, Boa) banha a tela em tons de vermelho e verde. Ele adota um estilo visual noir, mas usa iluminação e realces vívidos para dar vida às páginas da história em quadrinhos. Isso é especialmente legal quando as artérias jorram como gêiseres em cores coloridas contra um fundo escuro. Membros e cabeças são cortados em saladas, mas o filme não é inundado com violência gratuita. As cenas de ação são distribuídas uniformemente ao longo do tempo de execução. É o espaço entre eles que acaba sendo problemático.

Princesa yakuza leva muito tempo para contar uma história direta. Existem algumas revelações decentes, mas o impacto parece mínimo. Akemi constantemente pede aos personagens de apoio que lhe digam o que está acontecendo. Eles poderiam resumir tudo em um parágrafo de diálogo. Mas continue passando por ela sem dizer nada. Isso acontece várias vezes e se torna muito chato. A paciência se esgota nessas batidas prolongadas. Vicente Amorim quer um núcleo dramático que ressoe. Ele acaba atrapalhando o fluxo do filme.

A identidade do gaijin leva a uma mudança de trajetória na trama. Princesa yakuza é essencialmente o primeiro capítulo de uma história maior. O desenvolvimento do personagem constrói uma base sólida para outra parcela. Jonathan Rhys Meyers, Tsuyoshi Ihara e MASUMI, uma cantora em sua estreia no cinema, extraem a coragem do submundo japonês. As falhas que sabotaram a ação aqui podem ser corrigidas. Gostaria de assistir a esses personagens novamente. Princesa yakuza é uma produção da Filmland International, Andre Skaf e Tubaldini Shelling. Ele vai estrear em 3 de setembro nos cinemas e vídeo sob demanda do Magnet Releasing.

As visões e opiniões expressas neste artigo são de responsabilidade do autor e não refletem necessariamente a política oficial ou a posição da.

source – movieweb.com

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